Top 10 de 2015 – Destaques Positivos



O Top 10 de 2015 do TELE-VISÃO continua passando a limpo o último ano na TV. E hoje é dia de falar de coisa boa! Da TecPix? Não. É hora de listar os dez destaques positivos na programação da televisão brasileira em 2015. E não é demais lembrar que esta lista foi elaborada baseada unicamente na opinião deste blogueiro, portanto, sujeita a injustiças e esquecimentos. A lista não é numerada, pois a ordem de apresentação não é importante. Vamos aos nomes?

- “Sete Vidas”

A novela do ano. Sete Vidas emocionou ao narrar a história dos sete filhos biológicos de Miguel (Domingos Montagner), frutos de doação de sêmen que o navegador fez na juventude. Pedro (Jayme Matarazzo), Julia (Isabelle Drummond), Luís (Thiago Rodrigues), Laila (Maria Eduarda de Carvalho), Bernardo (Guilherme Lobo), Felipe (Michel Noher) e Joaquim (Bernardo Berruezo) envolveram o público com seus dramas e alegrias, cujos vilões eram os percalços da própria vida. Destaque ao texto sensível e profundo da autora Licia Manzo, que levou a trama toda praticamente baseada em diálogos, com muitas DR’s em cenas emocionantes. E tudo isso permeando a complicada relação entre Miguel e Lígia (Débora Bloch). Duas cenas ficam na história: a cena em que os sete irmãos se divertem juntos num parque de diversões; e a cena em que Miguel dá à Laila os presentes dos aniversários dela que ele não participou. Já quero o DVD!

- “Os Dez Mandamentos”

Após anos acumulando tiros n’água, a Record finalmente encontrou seu rumo na teledramaturgia e fez as pazes com o Ibope ao narrar, em formato de novela, a trajetória de Moisés (Guilherme Winter). Mesclando fatos bíblicos e tramas próprias, a autora Vivian de Oliveira soube chamar a atenção do público para a versão desta tão conhecida história, que teve ainda uma bela direção e efeitos convincentes. O resultado: a novela fez história ao ser líder de audiência por diversas vezes, mesmo batendo de frente aos principais produtos da grade da Globo. Não é pouca coisa.

- “MasterChef”

O reality show de culinária da Band conseguiu emplacar uma segunda temporada ainda melhor do que a primeira. Com bons participantes e provas emocionantes, MasterChef fez barulho no Ibope e nas redes sociais. Mesmo com a edição arrastada, que fazia a atração atravessar a madrugada, o público seguiu ligado torcendo para seu participante preferido. Jiang Pu ficou em terceiro lugar na competição, mas ganhou nossos corações eternamente!

- “Mariana Godoy Entrevista”

Se a programação de entretenimento da RedeTV ainda segue tomada por muitos programas de gosto duvidoso, o mesmo não se pode dizer do jornalismo da emissora. Um dos acertos deste ano foi o talk show Mariana Godoy Entrevista, exibido ao vivo nas noites de sexta do canal, que apresentou ao grande público uma Mariana Godoy longe das bancadas dos telejornais e diante de uma plateia. Com convidados interessantes, Mariana consegue deixá-los à vontade com seu jeito doce e faz as perguntas que devem ser feitas, arrancando boas declarações.

- “Amorteamo”

A Globo caprichou na experimentação com a série Amorteamo. Mesclando drama, comédia e fantasia, a história da noiva que levanta do túmulo atrás de seu amado e traz com ela todos os mortos de uma cidade encantou com sua trama fantástica e estética lúdica. Um show de direção, fotografia e elenco.

- “Verdades Secretas”

A novela de Walcyr Carrasco inaugurou a safra de textos inéditos na faixa das onze da Globo em grande estilo. A história da modelo Angel (Camila Queiroz), que engatou uma relação com Alex (Rodrigo Lombardi), marido de sua mãe Carolina (Drica Moraes) chocou e envolveu o público. Sem firulas, a trama tocou fundo em temas como a prostituição no mundo da moda e drogas, abusando de cenas fortes e sensualidade, incluindo muita nudez e até homoerotismo. O texto didático do autor não tirou o brilho da história, uma trama forte que deu o que falar do início ao fim.

- “Zorra”

Disposta a modernizar sua grade de programação, a Globo deu um passo ousado em 2015. Aposentou o antigo Zorra Total, mesmo o humorístico ainda sendo líder absoluto de audiência, e o substituiu pelo Zorra, uma atração que, embora tenha mantido parte do título do programa anterior, mostrou-se completamente diferente. Saíram os personagens fixos e os bordões chatos e entraram rápidas cenas do cotidiano, com muitas sátiras à vida moderna e às mais variadas situações que criam imediata identificação com o espectador. Um texto esperto e bons atores divertem na atração, claramente inspirada no melhor do humor da internet.

- “Além do Tempo”

Se no horário mais nobre a Globo não foi muito feliz, não se pode dizer o mesmo das outras faixas. O horário das seis emplacou não apenas a novela do ano, Sete Vidas, como também acertou com sua substituta, Além do Tempo. A autora Elizabeth Jhin ousou ao tratar do tema reencarnação oferecendo ao público uma trama dividida em dois tempos: uma parte no século 18 e outra nos dias atuais. Uma novela “dois em um”, ousada na estética, mas tradicional na essência do folhetim, no melhor sentido da palavra. Romances açucarados e bem armados, intriga e vingança, temperados por bons personagens e ganchos eficientes fizeram de Além do Tempo a melhor novela da “trilogia espírita” da autora, formada também por Escrito nas Estrelas e Amor Eterno Amor.

- Monica Iozzi

Monica Iozzi foi um dos principais nomes de 2015. A apresentadora e atriz já havia começado bem o ano com sua Scarlet/Cidinha, personagem que rendia bons momentos na novela Alto Astral. Mas foi como apresentadora do Vídeo Show, fazendo dobradinha com Otaviano Costa, que Monica cresceu e apareceu. Desbocada, irônica e debochada, Monica faz graça de tudo, ri da própria Globo e dela mesmo, e suas tiradas se tornaram a grande vitrine do tradicional programa vespertino da Globo. Foi tão bem este ano que até conseguiu fazer a gente rir do Tomara que Caia, um dos piores humorísticos de todos os tempos. Monica tornou-se uma estrela!

- Fátima Bernardes

2015 também foi o ano de uma apresentadora mais, digamos, “tradicional”. Neste ano, Fátima Bernardes se destacou ainda mais à frente de seu programa matinal Encontro, mostrando-se cada vez mais à vontade na condução de uma atração de entretenimento. Sua postura mais descontraída se refletiu no próprio programa, que entrou nos eixos definitivamente. Fátima Bernardes já é, hoje, uma das principais apresentadoras da televisão brasileira.

E pra você, internauta? Quais os destaques positivos do ano de 2015? Deixe sua opinião nos comentários! O TELE-VISÃO volta a ser atualizado no próximo sábado, dia 9, dando início à “temporada 2016”. Até lá!



Escrito por André San às 11h27
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Top 10 de 2015 – Destaques Negativos



Hoje, 26, e no próximo sábado, 2, o TELE-VISÃO passa o ano a limpo com o Top 10 de 2015. São duas listas temáticas, com dez itens cada, destacando os aspectos positivos e negativos deste ano na telinha. Começamos com os dez destaques negativos, lembrando sempre que a lista é baseada unicamente na opinião deste que vos escreve, e que, portanto, está sujeita a injustiças e esquecimentos. A lista não é numerada, pois a ordem de apresentação não é importante. Vamos então aos dez destaques negativos do ano de 2015 na TV:

- “Babilônia”

A trama de Gilberto Braga, Ricardo Linhares e João Ximenes Braga foi a pior novela do ano. Mais do que isso: foi uma das piores novelas de todos os tempos, sem nenhum exagero. Depois de um primeiro capítulo eletrizante, a saga de Regina (Camila Pitanga), Beatriz (Gloria Pires) e Inês (Adriana Esteves) mostrou-se sem sustentação, e audiência caiu. Para tentar recuperá-la, foi feito todo o tipo de mudança na história, que se tornou um verdadeiro Frankenstein televisivo, terminando com um desfecho sofrível. Afundou o horário nobre da Globo e foi problemática do início ao fim. Melhor esquecer.

- “Hoje Em Dia”

O tradicional matinal da Record, que já foi moda e ditou tendência na TV aberta brasileira há uns anos, tentou retomar a relevância em 2015. Para se mostrar “renovado”, tratou de substituir Celso Zucatelli, Chris Flores e Edu Guedes por César Filho, Ana Hickmann e Renata Alves, agregando Ticiane Pinheiro tempos depois. Na prática, a atração trocou seis por meia dúzia, pois ostentou novos rostos, mas seguiu apostando em pautas desinteressantes e chegou a causar revolta no público com a mudança. Passado um tempo, a plateia já se acostumou com os novos âncoras e a audiência até deu uma melhorada, mas o programa nunca mais foi nem a sombra do que já foi.

- “CQC”

O humorístico da Band viveu momento semelhante ao do Hoje Em Dia: em busca de voltar a ser relevante, tratou de fazer uma reforma geral e trocou dois apresentadores e quase todos os repórteres. Com novos rostos, mas sem ideias, o CQC viveu seu pior ano. Se num passado não muito distante a atração botava o dedo na ferida e era aclamada pelo público e pela crítica, neste ano o programa deixou de lado seu espírito questionador e se tornou previsível. A má fase decretou um “ano sabático” e o programa de Dan Stulbach, Rafael Cortez e Marco Luque não volta em 2016, mas promete retornar em 2017. A conferir.

- Britto Jr

Antes uma das principais estrelas da Record, Britto Jr teve um péssimo 2015. Com o seu Programa da Tarde na berlinda, o jornalista tratou de tentar salvá-lo, usando suas redes sociais para implorar aos anunciantes que não deixassem a atração ser substituída por “enlatados”. Pois o apelo acabou queimando o filme do apresentador junto à cúpula da Record, que não somente extinguiu o Programa da Tarde, como colocou Britto numa sombria geladeira, tirando-lhe, inclusive, o comando de A Fazenda. Sem perspectivas no canal, Britto seguiu alfinetando a emissora por aí, correndo o risco de perder até a vaga de substituto de César Filho no Hoje Em Dia, da qual era o mais cotado.

- “Tomara que Caia”

Nunca um título de programa representou tanto o sentimento do espectador. Tomara que Caia foi a tentativa da Globo de fazer humor e improviso no final da noite de domingo, mas não conseguiu nem uma coisa, nem outra. Com uma pretensa interatividade, a atração pecou pelo texto fraco e pelo elenco sem traquejo para o improviso, revelando-se profundamente sem graça. Só ficou bom quando escalaram Monica Iozzi para uma participação: a apresentadora do Vídeo Show deu uma verdadeira aula aos atores de como improvisar. Mas era tarde demais. Caiu. E não deixa saudades.

- Humorísticos do Multishow

Com o sucesso do Vai que Cola, humorístico de gosto duvidosíssimo do Multishow, começou o processo de “vaiquecolização” do canal, como bem diz o amigo Fabio Garcia. Em 2015, uma profusão de humorísticos toscos e sem graça tomou conta da grade da emissora, aumentando o nível de vergonha alheia da TV paga do Brasil. Coisas como Acredita na Peruca, Partiu Shopping, A Grande Farsa e Treme Treme foram ao ar, e nem a presença de medalhões como Luiz Fernando Guimarães e Tom Cavalcante salvou os programas do fiasco. E o Vai que Cola segue firme e fazendo sucesso no canal, mesmo sendo chato, histérico e pouco criativo. Vai entender...

- “Você na TV”

Este ano, João Kleber foi “promovido” na RedeTV: seu programa Você na TV deixou as manhãs e se alojou no fim de tarde, sucedendo A Tarde É Sua, programa diário mais visto da emissora. Mais bem encaixado na grade, a atração aumentou o nível de nonsense no trato das histórias dos “segredos” que seus participantes revelam no palco todos os dias. Até um ser que admitiu ser um alienígena “pousou” no palco da atração. Não é fácil, não...

- “Sensacional”

A RedeTV segue na tentativa de emplacar sua primeira-dama como apresentadora e tratou de formatar um vespertino dominical para Daniela Albuquerque. Surgiu assim o Sensacional, um programa bem toscão, que mais parece parado nos anos 1990. Atrações musicais de gosto duvidoso, entrevistas chatas e reportagens sobre o mundo animal (Luiza Mell?) são tocados sempre pela mesma cara de nada da anfitriã, que, definitivamente, não nasceu pra ser apresentadora. Sensacional simplesmente “desaparece” entre os gigantes da guerra dos domingos (e em meio aos informerciais que dominam a grade de domingo da RedeTV).

- “É de Casa”

2015 ficará marcado como o ano em que a Globo extinguiu de vez sua programação infantil. Em agosto, a faixa de desenhos TV Globinho foi substituída pela revista eletrônica É de Casa, que reúne seis (!) apresentadores, sendo que cinco estavam encostados na emissora. Tentando oferecer serviço e descontração nas manhãs de sábado, É de Casa peca, principalmente, pela fraca pauta, tomada por dicas domésticas chatíssimas que aumentam o sono do espectador. Além disso, o excesso de âncoras é absolutamente questionável. Tem salvação, já que o formato é bastante flexível, mas ainda não disse a que veio.

- “Pânico na Band”

Que o Pânico perdeu seu espírito crítico e inventivo faz tempo, ainda quando estava na RedeTV, todos sabemos. Mas a coisa piorou muito em 2015. A atração mostra-se incapaz de se reinventar e passou mais um ano vivendo das molecagens que parecem divertir apenas os diretores do programa. Pânico na Band não tem mais graça e agora é apenas grosseiro e tolo. Tanto que até o público nerd, que já o adorou no passado, tratou de repudiar o programa depois daquele quiproquó na cobertura da Comic Con. Para piorar, em 2015, o programa perdeu terreno para o Encrenca, outro programa que também não tem muita graça. Não tá fácil, não! O Pânico precisava de um ano sabático tal qual o CQC.

E pra você, internauta? Quais os destaques negativos da TV brasileira no ano de 2015? Deixe nos comentários a sua opinião. No próximo sábado, 2 de janeiro, o TELE-VISÃO vai listar os destaques positivos do ano. Não percam!



Escrito por André San às 11h37
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Perspectiva 2016: o que há de novo?



2015 foi um ano complicado para a maioria dos canais abertos brasileiros. A famigerada crise que atingiu o meu e o seu bolso também passou pelas emissoras nacionais, fazendo com que todas apertassem os cintos e readequassem os seus gastos. Para 2016, a expectativa é que as coisas continuem mais contidas. Os canais ainda vão esperar uma melhora na economia para voltar a fazer grandes investimentos. Enquanto isso, seguirá o mais do mesmo, e a grande atração deve ser mesmo os jogos olímpicos do Rio de Janeiro. A Globo, que ficou de fora da Olimpíada passada, já faz festa para a promoção da cobertura deste ano. O período eleitoral, no segundo semestre, também refletirá na grade de programação.

Para 2016, a grande missão da Globo é recolocar nos trilhos seu horário nobre, que sofreu um baque neste ano. Com duas novelas na principal faixa batendo recordes negativos de audiência – Babilônia e A Regra do Jogo, sendo que esta última parece querer esboçar uma reação – o canal pretende recuperar os números perdidos promovendo a volta das histórias rurais no horário com Velho Chico, de Benedito Ruy Barbosa. Vai ser bom dar um tempo de dramalhões urbanos em favelas, que dominaram o horário recentemente.

Já o SBT, como sempre, não deve buscar grandes saltos. Afinal, a grade requentada tem deixado a emissora numa posição confortável, que garante a audiência e a custo quase zero. Seu maior desafio é tentar conter a Record, que depois de uns dois anos em baixa, ensaiou uma grande recuperação neste ano. O conflito entre novelas infantis da emissora de Silvio Santos e novelas bíblicas do canal de Edir Macedo há de pegar fogo em 2016.

A Record, aliás, também será bastante cobrada em 2016. Afinal, a expectativa é que os bons resultados alcançados em 2015 sejam mantidos, e até ampliados. Como o canal já mostrou que há, sim, um público sedento de tramas bíblicas, o desafio então não parece tão complicado assim. Ao que tudo indica, a emissora encontrou o caminho das pedras. A boa fase na teledramaturgia impulsionou toda a grade da Record, e sua linha de shows também foi beneficiada. Fortalecer o horário nobre com programas populares segue sendo o norte do canal.

Fortalecer o horário nobre também é a missão da Band, que não teve um 2015 animador. O canal, anos atrás, havia alcançado bons resultados com uma linha de shows forte, mas esta força se perdeu e, neste ano, dissipou-se de vez. Com exceção do MasterChef, a emissora não teve mais nenhum trunfo em 2015. E em 2016 a coisa deve ficar pior, pois não haverá CQC, anteriormente a principal vedete de sua grade. Voltar a ter uma programação relevante será o grande desafio do canal. Coisa que a RedeTV também devia ficar atenta: o canal acertou suas manhãs e tardes em 2015, mas sua noite está um tanto apagada. E o problema é o mesmo da Band: a venda de espaços para programas religiosos no horário nobre, que impede o efeito cascata da audiência. 

 

Confira abaixo o que os cinco principais canais brasileiros preparam para 2016:



Escrito por André San às 14h44
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Globo terá dobradinha de minisséries



Como já é tradição, a Globo começa o ano exibindo minisséries na sua linha de shows. A novidade é que as séries de início de ano virão em dose dupla: a emissora estreia sua nova produção, a minissérie Ligações Perigosas, e exibirá também Houdini, produção do History Channel sobre o famoso ilusionista. Ligações Perigosas, de Manuela Dias, e com Patricia Pillar e Selton Mello, terá 10 episódios; Houdini será exibida em quatro capítulos.

Ainda em janeiro, a emissora também coloca no ar a 16ª edição do Big Brother Brasil, prometendo uma volta às origens, dando a largada no jogo com menos participantes. O reality show também deve ter uma ou outra mudança cosmética nas regras, mas nada confirmado ainda. Boatos sugerem que uma das novidades será ter mais de um líder por semana. Ainda na seara dos realities, o canal lança o The Voice Kids nas tardes de domingo. Mais para o fim do mês, também entram no ar na linha de shows da emissora a terceira temporada do humorístico Tá no Ar e a quinta e última temporada de Pé na Cova. Outra novidade é a volta do Amor & Sexo, de Fernanda Lima, que cobrirá as férias do Zorra nas noites de sábado entre janeiro e março.

A Globo seguirá promovendo estreias ao longo de todo o ano, promovendo um rodízio de atrações. Séries lançadas este ano, como Chapa Quente e Mister Brau, ganham nova leva de episódios. Outras séries devem ser lançadas, como SuperMax, sobre um reality show passado num presídio, e Nada Será Como Antes, sobre a origem da televisão no Brasil. Devem vir ainda nova temporada de SuperStar e um novo game show nas tardes de domingo, pilotado por Marcio Garcia.

A produção de novelas da Globo também segue a todo vapor. Em janeiro, Eta Mundo Bom!, de Walcyr Carrasco, estreia na faixa das seis. Em março, Velho Chico, de Edmara Barbosa e supervisão de Benedito Ruy Barbosa, substitui A Regra do Jogo às 21h. E Haja Coração, uma releitura de Sassaricando, será o próximo folhetim das sete, assinado por Daniel Ortiz. Ainda em 2016 devem vir Sagrada Família, de Maria Adelaide Amaral e Vincent Villari às 21h, e duas novelas das onze: Liberdade Liberdade, em abril, e Justiça, no segundo semestre. 



Escrito por André San às 14h44
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SBT fará remake de "Carinha de Anjo"



Como sempre, o SBT não fará grandes estripulias e investimentos em 2016. A ordem é seguir investindo no que já está dando certo. A emissora irá fortalecer os programas de grade, lançando novos quadros no Programa do Ratinho e no Sabadão, de Celso Portiolli, e seguirá investindo em reality shows de culinária e novelas infantis.

Neste último filão, que é o principal da emissora desde 2012, a novidade será a versão nacional de Carinha de Anjo, que substituirá Cúmplices de um Resgate no segundo semestre. A saga de Dulce Maria já teve sua versão original exibida por aqui em 2001 e foi um grande sucesso (sem dúvidas, uma das novelas infantis mexicanas mais bem-sucedidas já exibidas aqui), e a expectativa é reeditar tal sucesso. A trama está em pré-produção e ainda não se sabe quem será a protagonista brasileira (quero ver a Tia Peruca brasuca!), mas se sabe que Maísa Silva e Jean Paulo Campos estarão no elenco da nova produção. E há quem diga que a vontade da emissora é voltar a produzir novelas adultas, e uma produção nestes moldes poderá substituir a reprise de Carrossel.

Na seara dos reality shows de culinária, o horário nobre do sábado seguirá dedicado a eles na grade da emissora. A próxima atração será BBQ Brasil, uma disputa entre churrasqueiros, que será apresentado por Ticiana Villas Boas, e terá como jurados Carlos Bertolazzi e o churrasqueiro Rogério de Betti. A disputa de sobremesas Bake Off Brasil – Mão na Massa e a disputa entre chefs Hell’s Kitchen – Cozinha Sob Pressão já têm temporadas confirmadas em 2016.

Na linha de shows, como todos os atuais produtos vem alcançando bons resultados, não haverá grandes mudanças. A maior novidade será um “prato requentado”: a volta de Porta da Esperança, um clássico do Programa Silvio Santos. Desta vez, Porta da Esperança deve ser um quadro do Programa do Ratinho, e será exibido às quartas-feiras. A estreia está prevista para o final de janeiro.



Escrito por André San às 14h43
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Record lança novas novelas bíblicas



O sucesso de Os Dez Mandamentos em 2015 ditou os rumos da programação da Record para o próximo ano. A emissora seguirá investindo forte no filão e já prepara duas estreias para o ano que vem: a segunda parte de Os Dez Mandamentos, que deve estrear em março, e A Terra Prometida, que virá na sequência (provavelmente em junho). A nova trama, escrita por Renato Modesto, terá ex-medalhões da Globo no elenco, como Kadu Moliterno e Cristiana Oliveira.

Mas nem só de Bíblia viverá a dramaturgia da Record em 2016. A emissora seguirá com suas coproduções e exibirá séries e minisséries nacionais ao longo do ano. A primeira novidade é a segunda temporada de Conselho Tutelar, que será exibida logo no início do ano. Devem ir ao ar ainda este ano a série de aventura Sem Volta e a segunda temporada de Plano Alto. Por fim, o canal deve abrir um segundo horário de novelas para abrigar Escrava Mãe, de Gustavo Reiz, que está praticamente concluída e deveria ter estreado em novembro deste ano, mas foi adiada. A expectativa é que a nova trama entre no ar em janeiro.

A Record também se mostra satisfeita com os programas de auditório do horário nobre e pretende ampliar o espaço destes. Programa Xuxa Meneghel seguirá firme nas noites de segunda-feira, enquanto a nova temporada de Gugu irá ao ar por todo o ano, sempre às quartas-feiras, com estreia prevista já para janeiro. O canal chegou a cogitar encaixar um programa de auditório também às sextas-feiras, e o escolhido para a missão seria o Programa da Sabrina, que atualmente vai ao ar aos sábados. Mas não há nada confirmado neste sentido.

Na linha de realities da emissora, poucas novidades em 2016. A Record seguirá apostando em A Fazenda e Batalha de Confeiteiros Brasil (este último passará para as noites de quinta-feira), além de continuar a reexibir episódios do ótimo Troca de Família, com apresentação de Chris Flores. Aliás, o inesperado sucesso do repeteco do Troca de Família levou a emissora a cogitar produzir uma nova leva de episódios da produção. O que seria uma ótima ideia! Power Couple, game de casais previsto para 2015, deve estrear em 2016, mas sem Cesar Filho, que seria o apresentador anteriormente: Roberto Justus deve ficar com o programa.



Escrito por André San às 14h42
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Band terá overdose de "MasterChef" em 2016



A Band parece mergulhada numa crise infinita e não terá grandes novidades em 2016. Ao menos até aqui, o canal do Morumbi não divulgou nenhuma grande estreia para o próximo ano. O que se sabe é que o MasterChef, seu único sucesso no ano que passou, voltará com força no ano que vem. A nova temporada deve estrear em março nas noites de terça e terá mais competidores, o que implicará numa temporada bem maior do que última exibida. Perigoso, já que agilidade não é o forte do reality. Um novo MasterChef Junior também está na agenda.

Sem CQC, que oficialmente terá um ano sabático para voltar em 2017, as noites de segunda da emissora ainda estão sem destino. Em janeiro, quem ocupa a vaga é A Liga, que retorna para mais uma leva de episódios. Mas, a partir de março, a atração a ocupar a vaga deixada pelos “homens de preto” ainda é uma incógnita.

Falando em CQC, o único remanescente do programa é o apresentador Dan Stulbach. Ele já tem destino certo em 2016 e será o apresentador de História Não Escrita, uma série sobre a História do Brasil. Na nova atração, Dan voltará a mostrar seus dotes de ator na TV aberta.

Além disso, o canal seguirá exibindo novelas turcas em sua programação. Com o sucesso de As Mil e uma Noites e Fatmagul, a emissora já adquiriu outras produções da Turquia para exibir na faixa das 20h20. Ezel deve ser a próxima trama do horário.



Escrito por André San às 14h41
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RedeTV segue investindo em esportes



A RedeTV conseguiu vencer a crise financeira que tanto a assombrou desde sua estreia e, de quebra, fez boas estreias no ano de 2015. Melhor pra Você, Mariana Godoy Entrevista e Super Faixa do Esporte foram os principais lançamentos do canal e devem seguir no ar no ano de 2016. Tá, a emissora lançou também o Sensacional e “fortaleceu” o Você na TV, mas... fazer o que, né? Nem tudo são flores...

Para 2016, a RedeTV ainda não tem grandes anúncios de novas estreias e pretende, apenas, manter a atual grade, que hoje conta com bons resultados principalmente à tarde, com o A Tarde É Sua, de Sonia Abrão, que se tornou a maior audiência diária do canal. O Encrenca também vive uma boa fase, tornando-se o programa mais visto do canal, e deve ganhar novos investimentos em 2016, com a chegada de patrocinadores de peso.

Por enquanto, as maiores novidades da emissora se concentram na Super Faixa do Esporte, a atração esportiva das tardes de sábado. A RedeTV segue fechando acordos para a transmissão das mais variadas modalidades esportivas e já garantiu jogos de vôlei, basquete e futebol para o próximo ano. Há quem diga que o canal pretende voltar a exibir desenhos animados, com a volta da faixa TV Kids, e novelas estrangeiras, como já fez no passado com tramas como Betty, a Feia e Gata Selvagem, mas não há nada confirmado neste sentido. 



Escrito por André San às 14h40
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Feliz Natal pra todos, Feliz Natal!



Contato: andresantv@yahoo.com.br .

Espero todos vocês aqui no próximo sábado, dia 26, com o Top 10 de 2015 – Destaques Negativos. Não percam!



Escrito por André San às 14h40
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Revelando vilão, "A Regra do Jogo" tenta retomar ritmo



Na noite de ontem, 16, foi ao ar um importante capítulo de A Regra do Jogo, atual folhetim das nove da Globo. No episódio, intitulado “Em Nome do Pai”, foi revelado quem, afinal, é o “Pai”, como é chamado o grande líder oculto da Facção criminosa que movimenta a história. Adepto das grandes reviravoltas, o autor João Emanuel Carneiro, desta vez, economizou na surpresa e optou pelo mais óbvio. Gibson (José de Abreu), o poderoso empresário que, até aqui, nada mais fez que importunar a família inteira com ideias conservadoras, é mesmo o grande vilão que dá as cartas na novela.

Digo que o autor economizou na surpresa porque havia muitos indícios de que era mesmo Gibson o chefe da Facção. Afinal, ele é o dono do laboratório que enriqueceu com o roubo da fórmula do medicamento criado pelo pai de Tóia (Vanessa Giácomo), razão de todo o famigerado “massacre da Seropédica”. Além disso, a confiança aparentemente cega que ele depositava em seu futuro genro Orlando (Eduardo Moscovis) sempre foi suspeita. Enfim, dentre os personagens da trama, era mesmo Gibson quem tinha condições de estar à frente de toda essa bandidagem.

Salvo engano, esta é a segunda grande virada na trama de A Regra do Jogo. A primeira foi ocasionada pela morte de Djanira (Cassia Kis), que culminou com a revelação de que Zé Maria (Tony Ramos) era um bandido, e não um injustiçado como muita gente acreditava, além de aproximar Tóia de Romero (Alexandre Nero). E, agora, a segunda virada tem a ver com a revelação do grande vilão da trama. Espera-se que, com esta segunda reviravolta, que a trama retome o fôlego perdido, porque, até aqui, A Regra do Jogo mais decepcionou do que agradou.

Afinal, o que de verdadeiramente interessante aconteceu desde a revelação de que Zé Maria era do mal? Simplesmente, a Facção descobriu que Tóia era a herdeira da fórmula roubada e tentaram matá-la de todas as maneiras, várias delas bem ridículas. Além disso, a polícia da obra mostra-se totalmente ineficiente, pois não consegue enxergar um palmo à frente do nariz. E essa sensação piorou agora que foi confirmado que Gibson é o Pai, pois ficou claro que Dante (Marco Pigossi) é bem ruim de serviço: seu pai Romero é membro da Facção, e seu avô, com quem ele mora, é o grande chefão, e ele nunca soube de nada. E ainda tem Orlando, outro membro, que está prestes a se casar com sua tia Nelita (Bárbara Paz). Ou seja, praticamente TODA a Facção mora na casa de Dante e ele nunca desconfiou.

Por isso mesmo, espera-se que, agora, a trama realmente decole. A previsão é que Tóia finalmente descubra as razões da morte de seu pai biológico e comece a buscar por justiça. Enquanto isso, Dante finalmente vai acordar para a vida e fazer investigações verdadeiramente úteis (ele finalmente começou a desconfiar de Orlando). E, neste contexto, Romero finalmente poderá alcançar a redenção que ele parece buscar. Estas são as expectativas. Vamos ver o que acontece.



Escrito por André San às 17h38
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Fim de ano no TELE-VISÃO



O fim de ano já bate à nossa porta e, assim, começaremos no próximo sábado, 19, os posts especiais de fim de ano do TELE-VISÃO. Neste meio-tempo entre o Natal e o Ano Novo, o blog será atualizado apenas aos sábados, voltando às postagens normais durante a semana a partir do dia 9 de janeiro de 2016.

Mas, para compensar, vem aí um monte de posts bacanas! Neste sábado, o blog faz a sua já tradicional Perspectiva 2016, com uma análise de como deverá ser o próximo ano na TV aberta do Brasil. Além disso, o TELE-VISÃO adianta o que vem por aí nos principais canais da televisão brasileira.

No sábado seguinte, dia 26, começa o Top 10 de 2015 com a lista dos dez Destaques Negativos do ano. O blog vai listar o que achou ruim neste ano que está prestes a terminar na televisão. No outro sábado, dia 2 de janeiro, o Top 10 de 2015 continua, com a lista dos Destaques Positivos do ano. Nesta lista, também com dez itens, o blog vai jogar confete em quem merece! Eba!

Já sabe, então, né? Nas próximas semanas, o nosso encontro será aos sábados por aqui! Curta nossos posts especiais de fim de ano, enquanto preparamos coisas boas para a volta de nossa “programação normal”, em 9 de janeiro de 2016. Continue aí no fim de ano!

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Escrito por André San às 17h37
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Audiência do "Xuxa Meneghel" ainda é instável



Como já era de se esperar, é grande a patrulha em torno dos resultados alcançados pelo Programa Xuxa Meneghel desde que a atração da Record entrou no ar. Isso não é estranho, já que Xuxa é um nome forte da televisão brasileira. Assim, praticamente toda semana o desempenho no Ibope da apresentadora é alardeado pela internet: “Xuxa vence o SBT” e “Xuxa perde do SBT” são manchetes constantes em toda a imprensa especializada pelo universo televisivo.

Como dito acima, tal patrulha me parece natural, afinal Xuxa era uma das estrelas da Globo e a transferência de emissora após tantos anos na TV dos Marinho chamou a atenção de todos, sejam fãs ou não fãs. O que não me parece natural é que haja cobranças por grandes resultados ao Programa Xuxa Meneghel. Porque, vamos combinar, a atração não é nenhuma Brastemp. O programa tem revezado momentos divertidos com momentos de pura falta de imaginação. Não por acaso, o revezamento na segunda colocação no ranking de audiência é justamente reflexo desta oscilação no próprio conteúdo do programa. Além disso, há quem diga que a Record esperava algo em torno dos 10 pontos no Ibope, algo que o Programa Xuxa Meneghel só alcançou na estreia. Se é essa mesmo a meta da Record, então o canal é muito ingênuo, afinal, Xuxa penava para alcançar isso na Globo, mesmo tendo à sua disposição toda a estrutura da emissora. Como esperar isso agora, num novo programa e num espaço completamente diferente do habitual?

Segundo Mauricio Stycer, crítico do UOL, o programa de Xuxa na Record registrou a sua segunda pior audiência na noite desta segunda-feira,14, deixando a Record em terceiro lugar, com 5,6 pontos. No confronto direto com Máquina da Fama, apresentado por Patrícia Abravanel, entre 23h24 e 0h04, Xuxa marcou 4 pontos contra 8,5 do SBT. Já entre 22h29 e 23h23, enfrentando o Programa do Ratinho, o programa da apresentadora re registrou 6,5 pontos contra 11,2. Ainda segundo Stycer, a pior audiência de Xuxa (5,3) havia sido registrada em 31 de agosto. Exibidos 18 programas, desde 17 de agosto, a atração registra média de 7,3 pontos.

A média geral não me parece ruim. 7 pontos é um resultado considerável, ainda mais se levarmos em consideração que a audiência da Record no horário era menor antes da estreia do Programa Xuxa Meneghel. O problema, a meu ver, são estas oscilações no Ibope, que deixam claro que o programa ainda não tem um público totalmente consolidado. E isso acontece porque a atração ainda carece de mais atenção e esforços por parte de sua direção para que se torne mais atrativo. Isso foi dito aqui na ocasião da estreia: não adianta o programa ser unicamente sobre a apresentadora. É preciso diversificar o conteúdo. Mas sua produção ainda parece muito focada em Xuxa. Quando estreou, o programa tinha cara de talk show de Ellen DeGeneres. Mas, aos poucos, começou a revezar as entrevistas com alguns quadros de disputa e outros quadros bem desinteressantes. Atualmente, ocupa parte do espaço com um concurso para escolher uma atriz para a próxima novela da emissora, A Terra Prometida. Sono.

Ainda acho que o melhor caminho para o Programa Xuxa Meneghel é apostar em bate-papos num sofá. Cito como exemplo o programa em que a apresentadora recebeu Thammy Miranda e Preta Gil, e os três engataram uma conversa interessante sobre transexualidade e identidade de gênero. Foi uma conversa franca sobre um tema que ainda é polêmico para alguns, e acabou sendo bastante esclarecedor. Isso deixa bem claro que Xuxa não precisa ser Ellen DeGeneres para se dar bem num talk show, e sim ser ela mesma e estar bem pautada. O Programa Xuxa Meneghel precisa encontrar uma identidade. 



Escrito por André San às 19h28
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Tele-Sessão: Semana dos Clássicos do cinema vai ao ar no Studio Universal



O Studio Universal exibe entre os dias 28 de dezembro e 3 de janeiro, segunda-feira a domingo, o especial Semana dos Clássicos com sucessos do cinema.

A maratona traz os longas Vidas em Jogo, Instinto Selvagem, Forrest Gump - O Contador de Histórias, Pulp Fiction: Tempo de Violência, As Patricinhas de Beverly Hills, Apertem os Cintos... O Piloto Sumiu, Apollo 13 - Do Desastre ao Triunfo, Jurassic Park: Parque dos Dinossauros, O Mundo Perdido: Jurassic Park, Erin Brockovish: Uma Mulher de Talento e Scarface.

Confira os horários do especial Semana dos Clássicos:

28 de dezembro, segunda-feira:

20h30 - Vidas em Jogo

23h - Instinto Selvagem

29 de dezembro, terça-feira:

20h - Forrest Gump - O Contados de Histórias

22h50 - Pulp Fiction: Tempo de Violência

30 de dezembro, quarta-feira:

20h - As Patricinhas de Beverly Hills

21h55 - Apertem os Cintos... O Piloto Sumiu

31 de dezembro, quinta-feira:

20h - Apollo 13 - Do Desastre ao Triunfo

22h40 - Forrest Gump - O Contador de Histórias

1º de janeiro, sexta-feira:

20h - Jurassic Park: Parque dos Dinossauros

22h30 - O Mundo Perdido: Jurassic Park

2 de janeiro, sábado:

20h - Erin Brockovich: Uma Mulher de Talento

22h35 - Encontro Marcado

3 de janeiro, domingo:

22h05 – Scarface

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Escrito por André San às 19h26
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"CQC" terá ano sabático... ou não!



A notícia da semana no universo televisivo nacional: o CQC, já tradicional programa das noites de segunda da Band, terá um ano sabático. Segundo a emissora, o “humorístico jornalístico” não voltará das férias no próximo mês de março, como acontece todos os anos desde que entrou no ar. Ao invés disso, o CQC terá uma longa pausa no intuito de se reinventar para voltar verdadeiramente renovado no ano de 2017. A notícia não chega a surpreender, tendo em vista que a atração teve o pior ano de sua história em 2015.

O CQC entrou no ar em 2008 e, em pouco tempo, se tornou o carro-chefe da programação da Band. Mesclando humor e informação, e tendo à frente uma equipe de repórteres formado por comediantes da nova geração (e também jornalistas), a atração virou hit ao confrontar políticos, denunciar desmandos do poder público, brincar com celebridades e reunir o melhor do pior da programação da TV brasileira no badalado Top Five. Marcelo Tas, Rafinha Bastos e Marco Luque fizeram história formando a vitoriosa trinca que comentava as reportagens na bancada. E Danilo Gentili, Felipe Andreolli, Rafael Cortez e Oscar Filho roubavam a cena em reportagens que acertavam em cheio na dose do humor e da informação.

Tempos depois, o programa importado da Argentina promoveu uma espécie de reality show para buscar um oitavo integrante para sua equipe. A vencedora foi Mônica Iozzi, que botava as caras em rede nacional pela primeira vez e ainda nem imaginava que se tornaria um nome forte da Rede Globo anos depois. Não havia um elo mais fraco: Tas mandava bem como o líder, uma espécie de oráculo que ancorava o programa com competência, abusando do humor e da ironia. Ao seu lado, um Rafinha Bastos inspirado que mandava bem também em externas, comandando o poderoso Proteste Já; do outro, Marco Luque acrescentava o besteirol abilolado e equilibrava a bancada. Nas ruas, Danilo, Felipe, Rafael, Oscar e Mônica pintavam e bordavam. O CQC ditou moda, tornou-se assunto e sua pauta era relevante na agenda da TV brasileira. Sua edição nervosa e cheia de efeitos “inspirou” programas como o Legendários e o próprio Pânico na TV, programa que sempre foi comparado ao dos “homens de preto”.

No entanto, o programa nunca soube se reinventar. Assim que suas principais características deixaram de ser novidade, o CQC estacionou. De repente, o que era mostrado ali já não repercutia como antes. E, como é natural num programa que dura anos, seu elenco começou a debandar: Danilo Gentili e Rafael Cortez partiram pra “carreira solo”, enquanto Rafinha Bastos foi “convidado a se retirar” após o imbróglio envolvendo Wanessa Camargo. Outros talentos chegaram, como Maurício Meirelles, Dani Calabresa e Naty Graciano, mas o programa já começava a perder relevância. E assim, o sinal amarelo acendeu na Band, que prometeu uma profunda reformulação para a temporada 2015: dos repórteres, ficou apenas Maurício Meirelles; na bancada, apenas Marco Luque; Rafael Cortez retornou, Dan Stulbach tornou-se o âncora e novos repórteres chegaram. Mas nada disso adiantou: neste ano, a audiência do CQC caiu ainda mais.

Olhando por este prisma, realmente um ano sabático faria bem ao CQC. A emissora tentou uma reforma, mas as mudanças pareceram cosméticas e sem resultados muito efetivos. Até porque o novo elenco não repetiu o brilho do time original: Dan é bacana, mas não tem o mesmo carisma de Marcelo Tas; Rafael Cortez não tem graça nenhuma na bancada; e Marco Luque simplesmente não funciona sem o contraponto de Tas e Rafinha Bastos. Os novos repórteres são bons, mas não conseguiram se destacar muito, já que basicamente repetiam o estilo dos originais, o que pode soar até como imitação. Ou seja, ter um ano inteiro para repensar será bom para que novas ideias surjam, ao mesmo tempo que será bom para que o público sinta saudades do programa. No entanto, conhecendo o histórico da Band de “promessas não cumpridas”, não seria estranho se esse anunciado “ano sabático” acabe se transformando num final definitivo. O que seria uma pena, pois precisamos de programas inteligentes como o CQC na nossa TV. Sem dúvidas, é o fim de uma era.



Escrito por André San às 19h29
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Séries em Série: Em "Chicago Fire", Boden passa a ser perseguido pelo futuro comissário dos bombeiros



O Canal Universal exibe no dia 14 de dezembro, segunda-feira, às 22h, o quinto episódio inédito da quarta temporada de Chicago Fire. Em "Regarding This Wedding", Dawson (Monica Dawson) passa por uma sessão de terapia após ter perdido seu bebê. O capelão Orlovsky (Gordon Clapp) tenta ajudá-la e lhe diz que ela é forte o suficiente para encarar isso.

No batalhão, Boden (Eamonn Walker) precisa defender a volta de Gabby e sua equipe ao futuro comissário Riddle (Fredric Lehne), que ele diz ser muito problemático. Enquanto isso, a bombeira volta ao trabalho e é felicitada por seus colegas, no entanto, ela terá que passar por uma reunião com Riddle para provar sua capacidade.

Os bombeiros são chamados para um resgate. Um prédio em que estavam uma noiva, uma dama de honra e o pastor de um casamento pega fogo. O noivo está desesperado em pensar que pode perder sua esposa antes mesmo que o casamento aconteça. Felizmente, os bombeiros conseguem encontrar todos em um cômodo que ainda não estava em chamas.

Gabby e Sylvie (Kara Killmer) descobrem que o casal não poderá se casar mais, já que a família da noiva voltará logo para a cidade onde mora e ela tem dois empregos e não pode faltar em nenhum deles. Então, elas resolvem propor a Boden organizar um casamento no batalhão. Mas o comandante diz que isso está fora de cogitação, já que o batalhão está sendo perseguido por Riddle.

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Escrito por André San às 19h28
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